Mortadelaço é um fiasco em Curitiba

Mortadelaço em Curitiba

Nem os apelos das dezenas de sindicatos e centrais sindicais, nem a quase inexistente militância, e nem mesmo o apelo do pão com mortadela mais, segundo se diz, uma diária de R$ 40,00, conseguiram impedir que a passeata do PT em apoio a Dilma, Lula e o PT, fosse um fiasco em Curitiba. Um grupo que nunca passou das 1500 pessoas, nos momentos de maior densidade, se concentrou na Praça Santos Andrade no centro da capital. Só para efeito de comparação, a passeata contra Dilma e o PT, realizada no último dia 13, reuniu 200 mil pessoas em Curitiba.

Uma fina garoa, que caiu no final da tarde, desanimou a tropa dos petistas e aliados, que, de tão desanimados, desistiram até de fazer uma passeata pela Rua XV, conforme havia sido pogramado. Os mortadelaços foram considerados fracassos em praticamente todo o país, mas em alguns lugares, como Curitiba e Goiânia, proporcionaram um espetáculo particularmente melancólico da decrepitude do PT. O fracasso das marchas da mortadela pelo país foi analisada como um grande desastre pelo Palácio do Planalto. A ideia que o partido ainda tinha um grande poder de fogo para colocar nas ruas foi para o espaço.
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STF decide encaminhar grampos de Lula a Brasília, mas o Chefão não se livrou de Moro

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) confirmaram, por unanimidade, nesta quinta-feira (31) a decisão do ministro Teori Zavascki de determinar a remessa ao Supremo dos procedimentos relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que ocorreram interceptações telefônicas autorizadas no âmbito da Operação Lava Jato pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. A data do julgamento do mérito da questão ainda não foi marcada.

A decisão não alivia a situação de Lula. Com ela, o Supremo terá agora que analisar se o inquérito contra o ex-presidente tramitará no STF ou se poderá ser devolvido ao juiz Sérgio Moro. Esse é o medo pânico que mais atormenta o Chefão.

O STF não fez nesta quinta-feira o julgamento em definitivo sobre a questão. O que foi decidido é apenas uma espécie de referendo da liminar (decisão provisória) de Teori, que optou por submeter seu julgamento ao plenário do STF. O caso ainda será analisado pelo Supremo para uma decisão definitiva.

A decisão trata apenas dos inquéritos relacionados ao ex-presidente e não analisou a proibição de que Lula tome posse como ministro da Casa Civil. Esse segundo caso é tratado em outra ação no STF. Se não conseguir tomar posse Lula continuará correndo o risco de ser preso a qualquer momento por ordem de Sérgio Moro.

 

PF descobre o que pode ser uma rota do pixuleco. Familiares de Lula fizeram várias viagens ao Panamá

Lulinha

Um relatório da Polícia Federal (PF) da investigação que tem como alvo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva destaca viagens feitas por familiares do petista ao Panamá, revela o jornal O Estado de S. Paulo. O país é um dos destinos de investigados pela Operação Lava Jato para a abertura de empresas offshores – que foram usadas para movimentação de propina em contas secretas no exterior.

O Relatório de Análise 769, da PF, apresenta dados de familiares de Lula, seus irmãos José Ferreira da Silva (o Frei Chico) e Genival Ignácio da Silva (o Vavá), e o sobrinho Taiguara Rodrigues dos Santos. O documento inclui “os vínculos societários dos mesmos e seus familiares, bem como, outras informações relevantes”. Entre essas informações, as viagens internacionais dos alvos desde 2007, com base em dados extraídos do Sistema Nacional de Tráfego Internacional.

Uma das viagens ao Panamá destacadas pela PF é a de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em novembro de 2014. No mesmo voo estavam o primo Taiguara e Fernando Bittar – sócio e dono, na escritura, do sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), que a força-tarefa diz ser do ex-presidente.

Fernando Bittar é sócio, com o irmão Khalil Bittar, de Lulinha na G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, Gamecorp e BR4 Participações. O relatório não imputa crimes aos investigados, mas a Lava Jato suspeita que a família Bittar e até mesmo familiares de Lula possam ter servido para ocultar bens e patrimônio do petista. A defesa do ex-presidente nega que Lula seja dono do sítio em Atibaia. Segundo ele, o imóvel foi comprado em 2010 pelo amigo Jacó Bittar, ex-prefeito de Campinas pelo PT, e colocado em nome do filho Fernando.

Fernando Bittar viajou para fora do país seis vezes com Lulinha, segundo o documento da PF. O relatório não aponta o destino final das viagens. O levantamento foi feito, no entanto, porque alguns dos alvos da Lava Jato usaram o Panamá para abertura de offshores. Alguns nomes ligados ao PT, como o ex-ministro José Dirceu e a cunhada do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto apareceram com elos no país.

 Offshores

Um dos principais instrumentos usados para desvios e lavagem de dinheiro no esquema investigado pela Operação Lava Jato, as offshores são amplamente utilizadas por empresas e pessoas para constituir negócios lícitos fora do país.

Lulinha

No caso de Lulinha, a PF analisou suas viagens entre 23 de setembro de 2007 e 7 de novembro de 2014. O documento, assinado pelo delegado Márcio Anselmo, registra que, considerando o período e voos, “foi realizada pesquisa visando identificar as pessoas que, com maior frequência viajaram nos mesmos voos tomados por Fábio Luís Lula da Silva, desconsiderando-se aqueles com uma única viagem (trecho) em comum”. Ressaltam ainda que “o mero fato de viajarem nos mesmo voos, por si só não tem condão de estabelecer vinculo entre tais pessoas, carecendo para tal de uma análise mais aprofundada, podendo caracterizar mera coincidência”.

Outro filho de Lula, Luís Cláudio Lula da Silva, também teve suas viagens internacionais analisadas. Ele foi ao Panamá em janeiro de 2015. Luís Cláudio é investigado pelo MPF e pela PF na Operação Zelotes. Por meio de suas empresas, a LFT Marketing Esportivo e a Touchdown Promoção e Eventos Esportivos, ele é suspeito de recebimentos de empresas em um esquema de suposta venda de medidas provisórias no governo.

Wagner Moura pegou o script errado

por Sérgio Malbergier

O ator Wagner Moura, que ganhou merecida fama ao interpretar Capitão Nascimento, o caçador de corruptos, escreveu que está chocado com a corrupção no governo do PT, que ela precisa ser investigada, mas que a investigação que a descobriu não serve para isso, apesar de ter feito justamente isso.

Se fosse possível um debate razoável no país, não seria preciso ouvir as acusações contra o governo e o PT para incriminá-los. Sua defesa bastaria.

O PT deveria, antes de tudo, pedir desculpas ao país e, mais ainda, aos seus eleitores pelo que já foi confessado e comprovado na Operação Lava Jato e por ter levado o país a perder mais uma década.

Mas faz o contrário. Transforma o palácio em bunker de uma minoria radicalizada e de lá tenta obstruir a Justiça e ainda ataca 7 de cada 10 brasileiros que defendem o impeachment e 8 de cada dez brasileiros que condenam sua forma de governar. Para Dilma e coro, são todos golpistas, fascistas, que querem o mal dos pobres e do país. São argumentos inverídicos, intelectualmente desonestos e de agressividade suicida.

Leia o que a filósofa-musa do lulopetismo, Marilena Chauí, disse nesta semana em pequeno ato pró-governo na USP: “Por que Moro tem tanto poder? Porque serve a dois objetivos: entregar o pré-sal para companhias norte-americanas de petróleo e enfraquecer o Mercosul”.

Sim, ela disse isso.

Essas alusões ao imperialismo americano, à luta de classes, ao Golpe de 1964 e tantas outras mostram o quão falso, cínico, datado e descolado da realidade está o discurso da esquerda brasileira, cega pela ideologia e pelas benesses do Estado companheiro.

O novo vem de Curitiba e das ruas. As passeatas contra o governo são a evolução natural das passeatas de junho de 2013, primeiro grito da revolução para libertar o país da eterna ditadura da corrupção sustentada por praticamente todos os partidos políticos.

O governo, seus aparelhos e alguns artistas como Caetano Veloso reagem como se estivéssemos em 1964 porque são reacionários, presos a visões de mundo de séculos passados.

As manifestações contra o governo não são a favor da oposição. Seus políticos foram rechaçados. São a favor de uma política mais limpa e de um Estado mais eficiente. O governo do PT hoje é o símbolo do Antigo Regime brasileiro, corrupto e ineficiente, fisiologista até a medula. inimigo do desenvolvimento. Quem o apoia apoia isso.

Lula fez um bem enorme ao país quando abdicou das fantasias históricas da esquerda e governou pela direita. Foi mais importante pelo que não fez do que pelo fez. Abraçou o capitalismo e a partir daí ricos e pobres enriqueceram juntos. Foi essa a mágica.

Ao contrário do que escreveu Wagner Moura ingenuamente, não foi o governo que “tirou milhões de brasileiros da miséria e deu oportunidades nunca antes vistas para os pobres do país”. Quem fez isso foram as empresas, os empresários e os trabalhadores brasileiros, que, diante da estabilidade econômica capitalista consolidada por Lula, investiram, prosperaram e geraram milhões de empregos e bilhões em impostos depois distribuídos aos mais necessitados.

O Brasil parecia ter encontrado o caminho com democracia e capitalismo até Dilma, a demolidora, decidir mudar de curso e intervir pesadamente na economia. Querendo tornar o Estado o indutor do crescimento, induziu o país à maior recessão da história e a mais uma década perdida, cujos maiores perdedores, como sempre, são os pobres e desprotegidos.

É por isso que a popularidade de Dilma está tão baixa e a rejeição a Lula, tão alta. Como mostram as pesquisas, quem determina essa oposição maciça ao governo e o apoio maciço ao impeachment é a base da pirâmide social brasileira, alinhada com o topo. O povo não é bobo. Sabe quem levou o país para o buraco e sabe que com eles vamos afundar ainda mais, por mais fundo que estejamos. 

Gleisi e Bernardo são indiciados por corrupção passiva pela Polícia Federal

Gleisi e Paulo Bernardo

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo foram indiciados por corrupção passiva pela Polícia Federal nesta terça (29) no âmbito da Lava Jato. Em novembro de 2014, o doleiro Alberto Youssef afirmou, em delação premiada, que deu R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi em 2010, quando a petista foi eleita senadora. As informações são do InfoMoney
O valor, segundo o doleiro,  foi entregue a um empresário, dono de shopping em Curitiba. Youssef descreveu à Lava Jato que a entrega do dinheiro foi feita em quatro parcelas: três no centro de compras e outra na casa dele, em um condomínio de alto padrão da capital paranaense. Paulo Roberto Costa, também delator da Lava Jato, afirmou em colaboração premiada que recebeu pedidos para “ajudar campanha” da senadora petista.

link matéria
http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/4815050/gleisi-hoffmann-paulo-bernardo-sao-indiciados-por-corrupcao-passiva-pela

Em nova ameaça, Gleisi diz que tirar corruptos do PT do poder significa o fim do “Minha Casa, Minha Vida”

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A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), conhecida em seu estado como “Joanna D’Arc das Araucárias”, perdeu as últimas nesgas de pudor, se é que de fato sabe o que isso significa. Denunciada por quatro delatores do Petrolão, presos pela Operação Lava-Jato, a senadora resolveu ameaçar os brasileiros mais carentes dizendo que esses perderão benefícios, como o programa “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV), caso os corruptos do PT sejam ejetados do governo.

A ameaça foi feita durante o lançamento, pela presidente da República, da terceira fase do MCMV, em cerimônia pífia realizada no Palácio do Planalto e que foi transformada em comício contra o impeachment da petista. Gleisi, do alto da sua conhecida insignificância política, afirmou que o processo de impeachment põe em risco a continuidade dos projetos sociais do governo. Trata-se de uma mentira desmedida, pois não há até o momento qualquer sinalização de que um eventual novo governo acabe com o MCMV.

Em outras palavras, a pantomima criminosa entoada pelos petistas, reverberada por Gleisi, não passa de recado tipicamente mafioso, cujo objetivo é garantir a permanência no poder da quadrilha que tomou conta do governo brasileiro há 14 anos e que vem dilapidando a nação e aniquilando a dignidade dos cidadãos. Fora isso, os “companheiros” querem, com esse discurso, preservar a impunidade e os bilionários ganhos fora da lei.

Não obstante, Gleisi acusou ainda o PMDB de buscar um “consenso” para rever os subsídios sociais com o eventual afastamento de Dilma Rousseff. Segundo a senadora, o plano do PMDB, entre outros pontos, busca reduzir a participação do FGTS no MCMV e “encolher” o programa Bolsa Família, que funciona como isca eleitoral para o partido que já foi acertadamente comparado a uma organização criminosa.

Sem se contentar com a insanidade do próprio discurso, Gleisi Hoffmann foi além e voltou a repetir a cantilena oficial, afirmando que o impeachment da presidente Dilma Rousseff, da forma como foi apresentado, é um “golpe” destinado a levar ao poder uma força política que, em seu ponto de vista, não foi vitoriosa nas eleições. Tese fajuta, desmentida pelos ministros do Supremo Tribunal Federal, inclusive pelo presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, que é visto como simpatizante do PT e com quem mantém ligações quase umbilicais.

Em vez de despejar uma enxurrada de tolices sobre o País, Gleisi deveria se preocupar com sua defesa no âmbito da Operação Lava-Jato, não sem antes explicar aos brasileiros de bem os motivos que a levaram a indicar um pedófilo condenado a mais de cem anos de prisão para ocupar cargo de assessor especial na Casa Civil. Desde a prisão de Eduardo Gaievski, o delinquente sexual que trabalhou a poucos metros da presidente da República, a senadora petista não tratou do assunto de forma esclarecedora. Possivelmente porque nessa linha há não apenas um boi, mas uma manada de interesses escusos.

88,4% reprovam Dima no Paraná e 77,4% exigem o impeachment já

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Se dependesse só dos paranaenses, Dilma Rousseff poderia ir empacotando seus terninhos cor de abóbora e se preparando para desocupar o Palácio da Alvorada e esquecer o Palácio do Planalto onde assinou as medidas que arruinaram o Brasil. 

88,4% dos paranaenses reprovam o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), aponta levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira, 31. Apenas 9,4% aprovam o governo Dilma no Estado. A pesquisa entrevistou 2.521 pessoas em 90 cidades entre os dias 19 e 23 de março. A margem de erro é de 2%.

Por outro lado, no Paraná, 74,4% são a favor do impeachment de Dilma, mostram os números também da Paraná Pesquisas divulgados nesta quinta-feira, 31. Outros 19,1% opinaram contra o impedimento da presidente na pesquisa que entrevistou 2.521 eleitores em 90 cidades entre os dias 19 e 23 de março. A margem de erro é de 2%.